Reúne pesquisas em que são problematizadas a produção e conceituação da obra de arte, sob qualquer perspectiva epistêmica. Enfatiza-se a experimentação de linguagem em seus diferentes recursos, suportes e dimensões sensoriais e em suas articulações poéticas, teóricas, críticas e institucionais. Parte-se do princípio que o processo de arte instaura um campo de experiências e de intensidades, que engaja o corpo individual e coletivo na produção de subjetividade e na politização dos modos de construção do artista e do espectador. Nesse sentido, afirma-se a importância da desautomatização das relações entre a construção de discurso e a prática artística.

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